Pós-moderno
No meu dia-a-dia pendular, as coisas se empilham umas sobre as outras, bem em cima de mim. As coisas que eu não absorvo, as coisas que me absorvem. As coisas que fazem com que o meu movimento diário seja cada vez mais pesado. E o meu tempo, cada vez mais fugidio. Corrosivo - as coisas que não me pertencem. Eu não tenho o que tinha, não vou ter o que tenho - eu nunca vou ter. Eu vou sempre ser.E sempre deixar de ser. Até o eterno apagar do eu...
Mas o que eu faço se nem o amor me leva a sério?
E o que eu faço se levo tão a sério esse amor?
Por que essa necessidade louca de dividir?
Eu não quero me sepultar sob uma pilha de idéias. Eu quero fruir. Eu quero as sensações.
Mas o que eu faço se nem o amor me leva a sério?
E o que eu faço se levo tão a sério esse amor?
Por que essa necessidade louca de dividir?
Eu não quero me sepultar sob uma pilha de idéias. Eu quero fruir. Eu quero as sensações.


1 Comments:
Profundo. Vc escreve mt bem!
"Mas o que eu faço se nem o amor me leva à sério?
E o que eu faço se levo tão à sério esse amor?
Por que essa necessidade louca de dividir?"
Gostei mt desse trecho...
Não eskece d mim naum hein!!! Saiba q vc sempre vai poder contar cmg, pena q vc me eskeceu... Bjs! E naum eskece d dar uma passada no meu blog d vez em qdo, tenho-o mantido atualizado... Bjs
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